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sábado, 23 de janeiro de 2016

Essa sou eu...


Essa sou eu, talvez a pessoa mais sentimental do mundo, aquela que adora fazer planos perfeitos, que ama amar, que adora ser romântica ao extremo... costumo dizer que eu nasci libriana nata, as vezes até acho que os astrólogos escrevem os perfis librianos baseados em minha vida.
Se erro? Erro muito tentando acertar, mas juro que as minhas intenções são sempre as melhores.. 
Se acerto? Bom... às vezes sim! Mas confesso que fico feliz tanto com meus erros quanto com meus acertos.
Sou mulher, sou filha, sou mãe, sou irmã, sou uma profissional trabalhando em um ambiente altamente estressante, nas horas vagas também sou boleira e tenho a melhor ajudante do mundo, minha filha caçula chamada Talitha, muitas vezes sou apenas uma menina em busca de colo e de pessoas que me entendam e que me aceitem assim como sou, sou apaixonada, sou namorada, já disse que sou chorona?
Há tá.. também sou dona do Blog "Cozinha de Mulher", desde 2012.. meu xodó, que por 02 anos seguidos ganhou o prêmio "Xícara de Ouro" como um dos melhores blogs, e o melhor, escolhido pelos internautas, um reconhecimento sem igual pra quem é Blogueiro.
Às vezes eu imagino que não deveria ter crescido tão rápido, deveria ter ficado no colo da minha mãe por mais tempo, às vezes acho que fiz muita burrada na vida, às vezes eu acho que fiz escolhas que não eram as mais sábias, mas sei que tudo o que fiz de quando me entendo por gente até hoje foi importante para me tornar a mulher que hoje eu sou.
Essa mesmo aí da foto, que não é nem de longe a melhor pessoa do mundo, mas que aos trancos e barrancos tenta ser um ser humano melhor a cada dia.
Falar tudo assim de uma vez é cansativo né? Você não vai perder tanto tempo lendo sobre alguém que você mal conhece, mas aos pouquinhos vou colocando aqui um tiquinho do que sou, das minhas experiências de vida, do amor incondicional que aprendi a sentir quando me tornei mãe, de como é difícil criar filhos em uma família que se desfaz, dos medos de não conseguir vencer, de como ser mãe e profissional ao mesmo tempo, de como passar por cima de traumas de infância, enfim, uma vida em pequenos contos.

Mencionei que às vezes sou esquecida? Pois é, tenho 38 anos, me chamo Sheila e meus amigos costumam me chamar de Sheilinha..